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18/06/2020
Matriciamento ultrapassa 5 mil ligações de acompanhamento

Por: Eduarda Perin

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Pacientes com sintomas gripais são monitorados pelo serviço,
que funciona 24h na estrutura da IMED dentro do Hospital de Clínicas de Passo Fundo

Um grupo de 46 alunos e mais de 20 professores da IMED participam de um serviço de monitoramento à pacientes que apresentam sintomas gripais: o Programa de Matriciamento em Telemonitoramento. O objetivo é acompanhar pacientes que foram atendidos em unidades de saúde ou hospitais mesmo antes de testarem positivo ou negativo para a Covid-19.

Nesta semana, o serviço ultrapassou 5 mil ligações de acompanhamento. “Após o atendimento em locais de saúde, o paciente assina um termo aceitando ser acompanhado pelo serviço de Matriciamento. Com isso, a gente entra em contato com intervalo máximo de 48h para acompanhar o quadro gripal e esclarecer dúvidas”, explica o acadêmico de Medicina da IMED, Vitor Boniatti Neves.

Os pacientes são acompanhados por no mínimo quatorze dias e, se necessário, o acompanhamento segue até que o paciente não tenha mais sintomas gripas. “A Central funciona 24h, onde os pacientes recebem três números telefônicos e podem entrar em contato qualquer hora para tirar dúvidas, receber orientações sobre cuidados ou relatar novos sintomas” conta Vitor. Desta forma, o serviço consegue evitar que o paciente acabe se dirigindo à unidades de saúde ou ao hospital quando não há necessidade.

Além disso, o Matriciamento também acompanha os familiares dos pacientes, monitorando se há sintomas e dando suporte às dúvidas que possam surgir mesmo antes da confirmação para a Covid-19. “Quando há a confirmação, é comum que os pacientes ou familiares entrem novamente em contato para serem orientados sobre os cuidados”, relata o acadêmico.

Monitoramento é uma necessidade
“A ideia de realizarmos o Matriciamento surgiu a partir da necessidade do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, nosso Hospital Escola do Curso de Medicina da IMED, em seguir as normativas do Ministério da Saúde, uma vez que todo paciente que é atendido com síndrome gripal, sejam ele suspeito de Covid-19 ou não, precisa ser monitorado, pois muitas vezes ele pode apresentar a piora no seu quadro e precisa ter um acompanhamento para orientá-lo quanto ao que deve ser feito”, explica o professor Lucas Duda Schmitz, cirurgião digestivo e Coordenador do Internato do Curso de Medicina da IMED.

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