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17/09/2021
Daniel Quintana Sperb é o novo vice-presidente de Inovação Acadêmica da IMED

Por: Vilmarise Franceschi

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O fundador da edtech Beformless passa a se dedicar para a transformação da IES, que vai se tornar uma plataforma inovadora de educação

Doutor em Engenharia, com ampla experiência em gestão da Inovação e equipes de alta performance, Daniel Quintana Sperb tem vivência em grandes empresas como Grendene, Unimed, Mercur, Grupo Randon, Kepler Weber, entre outras. Com domínio avançado em metodologias e técnicas de inovação, assume a vice-presidência acadêmica da IMED no momento em que a instituição passa pela mais profunda transformação de seus produtos educacionais. Ele já atua junto à instituição como consultor, contribuindo nos processos de transformação desde o início deste ano.

De olho na expansão de sua operação para as principais cidades do RS e futuramente para Santa Catarina, a reorganização da gestão é apenas uma das etapas desta transformação. “Avançamos neste movimento desde 2020. Estamos preparando um novo modelo de educação para as novas exigências da sociedade e do mercado, diz Eduardo Capellari, presidente da IMED. A vinda do Daniel para o nosso time fortalece essa mudança à medida que ele agrega muito conhecimento e experiência em inovação e novos modelos de negócios, aliado às vivências no mercado”.

 

Sperb passa a se dedicar à transformação da Instituição

 

Na visão de Daniel, tudo passa pela educação. “Toda empresa tem que se entender como uma escola e todo líder tem que se entender como um educador”. Conforme acredita, a indústria, o mundo corporativo precisa da educação. “O grande problema foi que a educação nunca sentou nessa cadeira. Nunca vi de maneira integral uma instituição de ensino superior sentar nessa cadeira que é dela de direito. O que a gente vê na IMED é uma instituição inteira se preparando para esse novo mundo e querendo protagonizar as mudanças desse novo mundo. E isso me fascinou muito nesse momento. O que me motiva, particularmente, é trabalhar com inovação, tanto no mundo acadêmico, quanto na indústria e foi decisivo para mim o fato de desenvolver esse papel, em uma instituição que entende sua função perante o mercado e quer estar perto do mundo corporativo”, destacou Sperb. 

Graduado em Desenho Industrial/Design (UFN), Especialista em Coordenação Pedagógica e Gestão da Educação (ULBRA), Mestre em Engenharia de Produção (UFSM) e Doutor em Engenharia (UFRGS/ PPGEP Capes 7), tem longa trajetória no Ensino Superior. Consultor para a Educação há 15 anos, vem atuando junto a Instituições de Ensino em todo o Brasil, contribuindo para a transformação dos modelos de educação. Utiliza-se das ferramentas de Design Estratégico para a gestão das empresas onde atua. 

O conceito de diferencial competitivo passa por atributos que tornam uma IES única, difícil de ser copiada e superior aos seus concorrentes. “É com este foco que vamos trabalhar os cursos da IMED e todos os produtos de lifelong learning que podemos oferecer”, complementa ele. Aspectos como criatividade, iniciativa, atenção aos detalhes, preocupação com o usuário, típicos do campo do Design, transformaram-se em ferramentas-chave da administração, bem como da sustentação da gestão de mudanças. Esta será a batida para esse novo momento da IMED.

Entre os principais desafios que assume, estão a conclusão da reformulação dos cursos de graduação, pós-graduação e mestrado, em busca da evolução dos produtos para entregar experiências cada vez mais qualificadas para os estudantes e empresas que se relacionam com a instituição. Todas as mudanças em curso buscam também atender a personalidade e os drivers que a nova marca da IMED irá apresentar ao mercado em 2022. “ A IMED se posicionando como uma grande parceira para ajudar as empresas a estruturarem seus ecossistemas de inovação e também mudando a experiência do seu estudante e se entendendo como uma plataforma e não apenas uma instituição de ensino, eu acho fascinante”, concluiu.

Segundo Daniel, o que viveu no mercado até poucos meses foi justamente uma indústria que tem uma sede, uma voracidade muito grande com relação ao “como” praticar a inovação. “A indústria tem um histórico com a educação, que nem ela mesma tinha percebido ainda e isso eu pude vivenciar no mercado. O lean manufactoring, a produção enxuta, só se disseminou por causa da educação. As pessoas foram capacitadas, educadas em uma nova cultura que tornou as empresas mais competitivas. Mas esse sistema bateu com a cabeça no teto, não sai mais nada do lean, porque trabalha com a inovação no parâmetro no máximo incremental e as empresas estão precisando mudar o seu modelo de negócio, e não sabem como fazer isso. Agora estão abertas para algum player da academia que os ensine a fazer isso. E quando olham, acham somente abordagens muito tradicionais. A IMED está preparada para ocupar esse espaço e contribuir de fato com o mercado, qualificando os profissionais na academia e em seus próprios negócios. Vamos ajudar as empresas a passarem por uma transformação cultural, precedente à transformação digital. Estou imensamente feliz em fazer parte dessa transformação com a IMED.”

 

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