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04/12/2018
Capes lança Campanha de Prevenção a Cursos Irregulares

Por: Liliana Crivello

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A CAPES tem recebido sequentes denúncias sobre cursos de mestrado e doutorado que funcionam sem a devida recomendação da agência e aprovado pelo CNE. Em 2018 a CAPES recebeu em torno de 84 denúncias.

De acordo com a Coordenadora Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu e Pesquisa da IMED, Dra. Daiane Folle, com o propósito de informar e alertar a comunidade sobre as consequências, a CAPES criou uma campanha intitulada ‘Procurando um curso de Pós-Graduação? Cuidado para não levar gato por lebre’. “A CAPES lançou uma campanha nacional para inibir a ação indevida de pessoas ou instituições que fazem o uso do status de um programa de mestrado ou doutorado para se beneficiar financeiramente dos alunos, que ao final não receberão seu diploma, ou receberão um documento sem nenhuma validade legal. Apenas nesse ano de 2018 a CAPES recebeu mais de 84 denúncias. A IMED adere esta campanha junto à CAPES, tendo a certeza de que a união de todos as instituições brasileiras, poderá surtir um excelente resultado e contribuir na disseminação da adequada informação ao profissional que busca aprimorar sua formação em nível superior”, aponta Daiane.

A campanha pretende esclarecer a sociedade em geral, e aos agentes do Sistema Nacional de Pós-Graduação em particular, sobre a questão dos cursos irregulares de pós-graduação stricto sensu. Os Cursos Regulares são programas de pós-graduação stricto sensu, mestrado e doutorado, que foram avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); reconhecidos pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE); e homologado pelo Ministro de Estado da Educação. Esses programas podem emitir diplomas com validade nacional. Os cursos que estão regularizados estão disponíveis no site da CAPES, por meio da Plataforma Sucupira.

Já os cursos que desrespeitam a legislação em vigor, são programas de mestrado e/ou doutorado oferecidos no Brasil, mas que não foram avaliados pela CAPES, nem reconhecidos pela CES/CNE, nem homologados pelo Ministro de Estado da Educação.

Além disso, os programas não respeitam carga horária, são oferecidos sem apoio / suporte de orientação e possuem o valor de investimento baixo. Em alguns casos, o pagamento é feito diretamente a uma pessoa e não a uma instituição. Os diplomas/certificados emitidos por esses programas não tem validade.

Para consultar a lista de cursos recomendados e reconhecidos pelo Conselho Nacional de Educação – CNE/MEC, CLIQUE AQUI.

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