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23/10/2018
Base científica e tecnológica como aliados da formação acadêmica

Por: Francine Tiecher

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O ingresso em uma graduação não significa basicamente a transferência de aprendizados e intercâmbio de conhecimentos para a formação e execução de práticas profissionais em diferentes áreas. A graduação representa o desenvolvimento bases científicas e tecnológicas para que haja a atualização constante e busca por soluções para diversos nichos de mercado.

Nesse sentido, a inserção dos acadêmicos de graduação em eventos científicos e esse contato com a produção teórica tornam-se aliados na formação do futuro profissional.

“Para que o Brasil conquiste êxito nos campos do desenvolvimento social e econômico, sem sombra de dúvidas necessitamos cada vez mais de base científica e tecnológica, principalmente entre a população mais jovem. A faculdade não serve apenas para que os estudantes se prepararem para o mercado de trabalho. Ela também é a porta de entrada para quem deseja seguir a carreira acadêmica e/ou desenvolver pesquisas no campo acadêmico e no mercado. É dentro desta perspectiva que a inserção precoce do aluno de graduação na ciência, se torna um instrumento valioso para aprimorar e/ou desenvolver qualidades desejadas em um profissional de nível superior”, destaca o Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da IMED, Dr. Deniz Anziliero, que, na última semana, acompanhou a estudante Itauana Prezotto, do 2º nível da graduação, no XIXX Congresso Brasileiro de Virologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Virologia.

Além de ser sua primeira experiência em evento cientifico, Itauana teve a oportunidade de apresentar dois trabalhos. Os estudos, que tiveram orientação do professor Deniz, realizaram uma abordagem sobre a distribuição de casos suspeitos e diagnosticados no Rio Grande do Sul de duas importantes enfermidades veterinárias: a anemia infecciosa equina, enfermidade viral que acomete equinos e está presente na lista de doenças de notificação compulsória; e os focos de raiva diagnosticados em bovinos e equinos, doença fatal de grande importância econômica para a pecuária brasileira.

“A priori, a primeira conquista de um estudante que ingressa na iniciação científica é a fuga da rotina e da estrutura curricular, uma vez que, este agrega-se aos professores e disciplinas com quem tem mais "simpatia" e afinidade, desenvolvendo e/ou aprimorando habilidades diferenciadas, cada vez mais desejadas pelo mercado de trabalho. Como bem lembrado, quanto mais precoce os estudantes vivenciarem exta experiência, melhor percepção acadêmica ele adquire para o seu sucesso acadêmico e profissional”, frisa o Coordenador.

"O Congresso de Virologia ampliou minhas perspectivas quanto às diversas áreas presentes na Medicina Veterinária. Foi uma experiência magnífica, que despertou em mim, a busca cada vez maior por agregar novos conhecimentos. Desta forma, pude conhecer renomados profissionais da área e observar diferentes pontos de vista sobre assuntos específicos, assim como, tive a oportunidade de interagir com alunos de diferentes instituições. Acredito que esta oportunidade tenha contribuído, e muito, para minha capacitação, além de me auxiliar no caminho a ser seguido. Pretendo continuar participando de diferentes projetos, pois creio que a realização de atividades práticas e de pesquisa seja umas das melhores formas de aprendizagem e qualificação para uma futura carreira", destaca Itauana.

Além da participação no evento e da apresentação dos trabalhos, a estudante teve a oportunidade de interagir com estudantes e pesquisadores de todo o Brasil. “Essa troca de experiência entre congressistas e palestrantes renomados do mundo todo, permite que o estudante vivencie momentos importantes, necessários para sua formação pessoal e profissional”, pontua Anziliero.

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